Desenvolvido em conjunto pela direção operacional e pela área de RH da Prol Editora Gráfica, uma das maiores gráficas do País, o projeto Gestão por Competências – Evolução Organizacional tem como principal objetivo tornar os gestores da empresa aptos a treinar, orientar, capacitar, aprimorar e desenvolver os potenciais internos, ou seja, as competências dos colaboradores.
O modelo tradicional de gestão será substituído por outro mais objetivo e focado. Todos os gestores receberão um treinamento específico do RH para se tornarem Gestores Coach (treinadores).
Na primeira etapa, os responsáveis definem o perfil ideal com as competências técnicas e comportamentais necessárias em cada função específica, por meio de um mapeamento de todos os cargos/funções da empresa. Em seguida, uma avaliação inicialmente direta, ou seja, onde o liderado é avaliado pelo líder, será feita em todos para definir o perfil real dos colaboradores. O perfil ideal e o perfil real formam a Matriz de Competências.
Em parceria com o SENAI — que está realizando visitas à empresa e conhecendo os processos produtivos —, será elaborada uma prova para testar o conhecimento dos colaboradores. O resultado também contribuirá para a Matriz de Competências.
A ideia é aprimorar o trabalho de avaliação para que daqui a um ano a Prol possa realizar a chamada “Avaliação 180º”, quando, além de ser avaliado pelo líder, o liderado realiza uma autoavaliação.
Com a avaliação, será possível determinar os gaps — tudo que precisa ser trabalhado e desenvolvido no colaborador. Esse material irá gerar o PDC (Plano de Desenvolvimento de Competências), uma alternativa eficaz para aprimorar o desempenho individual dos colaboradores.
Entre as principais metas do projeto Gestão por Competências estão: maior objetividade e assertividade, através da Contratação e Retenção de Talentos; aumento da credibilidade e da satisfação dos clientes externos; redução dos índices de turnover e de despesas; além de maior eficácia em resultados.
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All posts for the day 29 outubro, 2010
A KPMG, rede global de firmas profissionais que fornecem serviços de auditoria, tributários e de assessoria, foi classificada em segundo lugar no Índice das Empresas mais atraentes do mundo para se trabalhar de 2010 da Universum. Os rankings estão baseados nas opiniões de cerca de 130 mil estudantes das principais instituições acadêmicas do mundo em 12 economias de destaque — Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Brasil, Espanha, Canadá, Rússia e Índia.
A Universum, empresa mundial de consultoria de talentos, desenvolve seu índice global dos 50 empregadores mais atraentes ao solicitar aos estudantes para identificar empregadores “ideais” — a KPMG ocupou a segunda posição do índice de empresas mais atraentes para estudantes de administração, galgando seis posições em relação à sua oitava colocação no índice de 2009. “Considero que essa classificação demonstra que os estudantes reconhecem o importante papel desempenhado pela nossa organização, em um ambiente de negócios global e complexo como o atual”, afirma Pedro Melo, presidente da KPMG no Brasil. “Nosso foco no desenvolvimento da multidisciplinaridade e da possibilidade de vivencia de valores também foram reconhecidos pelos entrevistados nesta pesquisa”.
As firmas-membro da KPMG recrutaram aproximadamente 15.000 graduados globalmente no ano passado. “Nossos jovens talentos participam desde o início de sua carreira de intensos programas de treinamento e desenvolvimento, o que propicia um enorme ganho técnico e uma visão de negócios, liderança além da perspectiva global que são hoje fatores fundamentais para uma carreira de sucesso”, ressalta Adriana Zanni, diretora de Recursos Humanos da KPMG no Brasil. “Estes jovens são também atraídos pelas oportunidades internacionais que oferecemos por meio do nosso Global Mobility Program que possibilita que eles trabalhem em qualquer lugar do mundo”.
“Para assegurar os talentos de uma geração jovem cada vez mais exigente, os empregadores devem desenvolver marcas fortes”, afirmou Michal Kalinowski, CEO da Universum. “Com base nos resultados da nossa pesquisa, as firmas-membro de KPMG conseguiram fazer isso por meio dos seus inovadores programas de envolvimento com os estudantes e funcionários.”
A lista completa dos “Empregadores mais atraentes do mundo em 2010” está disponível em http://universumglobal.com/IDEAL-Employer-Rankings/Global-Top-50 .
A FGV-EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas) abre processo seletivo para a contratação de professores para integrar o quadro de docentes efetivos da escola. Para se candidatar é preciso ter:
• Produção acadêmica regular, recente e relevante (em rigor e impacto) na área, com publicações em periódicos qualificados nacionais e internacionais;
• Artigos já submetidos com potencial de publicação em curto prazo;
• Inserção pessoal na comunidade nacional e internacional da área, através da participação em eventos, conselhos editoriais, avaliação de trabalhos etc.;
• Coordenação de projetos de pesquisa formalmente definidos, preferencialmente com apoio de agências financiadoras externas, nacionais ou internacionais;
• Competências para ministrar cursos na graduação e na pós-graduação, de acordo com as necessidades do Departamento;
• Dedicação exclusiva.
O processo seletivo será composto de duas fases: análise de currículo, entrevista e prova didática. Os interessados devem entrar em contato por email com as áreas de interesse, além de apresentar ficha de inscrição (disponível no site www.fgv.br/eaesp em Ensino e Conhecimento – Departamentos de ensino; currículo lattes em pdf e históricos escolares de graduação e pós-graduação em pdf.
Áreas disponíveis
CFC Departamento de Contabilidade, Finanças e Controle: cfc@fgv.br
Áreas: Finanças Corporativas e Mercado Financeiro e de Capitais
IMQ Departamento de Ensino e Pesquisa de Informática e Métodos Quantitativos aplicados à Administração: Fernando.Meirelles@fgv.br
Áreas: Métodos Quantitativos e Tecnologia de informação
ADM Departamento de Administração Geral e Recursos Humanos: adm@fgv.br
Áreas: Estratégia e Empreendedorismo
POI Departamento de Produção e Operações: poi@fgv.br
Áreas: Sustentabilidade em Operações e Gestão da Cadeia de Suprimentos

Você já imaginou um lugar onde os funcionários possuem autonomia para trabalhar de acordo com seus sentimentos, com plena liberdade de atuação e onde qualquer membro da equipe pode se tornar um sócio, independente de sua idade ou formação acadêmica?
O Santo Grão mostra que uma gestão de pessoas com foco no desenvolvimento de competências individuais e na liberdade, além de ser possível, pode gerar resultados mais do que interessantes para qualquer empresa. É o que mostram os números deste ano, quando o negócio deverá registrar crescimento de 28% — comparado ao mesmo período em 2008 — e 8% mais rápido do que o mercado de cafés gourmet pelos dados da ABIC. Atualmente, 6.000 xícaras do Café Santo Grão são consumidas diariamente. Somam-se a abertura de dois novos Cafés Santo Grão dentro das Livrarias da Vila, na Vila Madalena e no recém aberto Shopping Cidade Jardim, e ainda, o sucesso do Santo Grão da Oscar Freire — primeira casa do grupo — onde são atendidas cerca de 1.100 pessoas por dia.
A marca Santo Grão também cresceu em distribuição e visibilidade e já pode ser encontrada em 75 pontos de vendas em Brasil. As vendas pela internet também registraram crescimento expressivo e, em 2008, subiram 45%. Para 2009, a tendência é que este número cresça 30%
Desde a fundação de sua primeira filial, na rua Oscar freire, em 2003, a cafeteria do casal Marco e Renata Kerkmeester se tornou conhecida como um dos mais aconchegantes espaços de bem-estar da cidade, expandindo-se tanto em sua área corporativa, como em número de filiais, todas elas comandadas por jovens sócios, com menos de 30 anos, selecionados entre “pratas da casa“. O critério de escolha? Naturalidade e empatia. “Escolho como sócio uma pessoa que quero ao meu lado, que seja ela mesma, que se sinta bem. Elas são líderes naturais, pois seguem os seus sentimentos”, diz Marco.
O sistema de parceria é tão inusitado quanto à escolha dos sócios em si. O capital para a abertura de uma nova unidade fica por conta do grupo, enquanto o sócio escolhido entra com o trabalho de gerenciamento da casa. A divisão dos lucros é de 50% para cada. Ou seja, a oportunidade do negócio próprio a custo financeiro zero. “Pessoas jovens tem mais energia do que eu e estão mais perto do mercado do futuro. Seria burro se não proporcionasse essa oportunidade para eles. Quero ver o grão dessas pessoas florescer. Eles são grandes professores“, completa o empresário.
O santista Fernando Dourado, 28 anos, foi o primeiro sócio de Marco, participando do nascimento da loja inicial do grupo, na rua Oscar Freire. A chegada de Dourado se deu de forma natural, após um bate-papo informal com Marco, na Cafeteria do Museu, em Santos, onde trabalhava como barista.
Entre idas e vindas, passando por um período na Nova Zelândia, os caminhos de Fernando e do Santo Grão continuaram a se encontrar, até chegar na sociedade de uma das mais prestigiadas unidades do grupo, comandada por ele sob uma gestão tranqüila e serena, sempre prezando pelo profissionalismo do negócio. “O Marco é um paizão para mim. Gostamos muito da companhia um do outro, além de existir uma grande confiança e respeito profissional entre a gente. Posso fazer o que gosto neste lugar, com toda a liberdade de fazer do meu jeito. Sei que posso ser feliz aqui. Tudo depende do meu ponto de vista sobre o mundo e da vontade de torná-lo mais feliz“.
Fernando Audi, 24 anos, chegou no Santo Grão da Oscar Freire em 2003, logo após se formar no curso de hotelaria do SENAC. Ocupando o cargo de garçom inicialmente, sua personalidade interessada e habilidade de comando logo chamaram a atenção de Marco, que rapidamente o promoveu para subgerente e gerente. O convite para a sociedade da (até então nova) unidade da Alameda Santos, surgiu após apenas dois anos de casa. “Sempre tive muita liberdade para fazer o que eu achava certo. Eu simplesmente trabalhei, porque adorava o lugar, não para conseguir uma sociedade, que simplesmente aconteceu. Não existe cobrança, além da minha. Tenho liberdade total para tocar o negócio do jeito que eu quiser, do meu jeito, mais centralizador, participando de tudo. Vou levar as pessoas que eu conheci aqui para minha vida inteira”.
Assim como Dourado, Danilo dos Santos, 23 anos, começou a carreira de barista na Cafeteria do Museu, tendo sido convidado para participar pela equipe do Santo Grão pelo seu conterrâneo da baixada, há quase dois anos. O interesse pela área mais administrativa e estratégica do negócio começou a ser despertado nas reuniões semanais, promovidas por Marco às terças-feiras na loja da Oscar Freire. Foi numa dessas reuniões que Danilo foi chamado para ser sócio da unidade da Livraria da Vila. “O Marco me chamou para conversar a sós. Achei que ia ser demitido. Em vez disso, ele me perguntou sobre o tipo de lugar que eu gostaria de abrir e me convidou para ser seu sócio. Fiquei pasmo! Depois disso ele e o pessoal daqui começaram a me explicar toda a estratégia, mais detalhadamente. Todo mundo me ajudou. É muito difícil encontrar um lugar que você trabalhe à vontade e que dê essa oportunidade para as pessoas. Nunca seria um empreendedor se não estivesse aqui. É uma filosofia que é difícil de acreditar, mas que dá muito certo” .
Após uma temporada em Auckland, Vanessa Mills, 29 anos, voltou à São Paulo e ficou sabendo pelo seu sogro que um neozelandês havia aberto uma cafeteria no bairro dos Jardins. A intenção era apenas fazer uma visita ao local, mas do encantamento pelo lugar surgiu o interesse por uma vaga de barista.
Publicitária pós-graduada pela ESPM, Vanessa descobriu no Santo Grão a possibilidade de unir duas paixões: marketing e café. O convite para desenvolver o produto café, estratégia de marketing e comunicação da marca Santo Grão veio após dois meses de casa, caminhando naturalmente para a sociedade da marca que ajudou a criar. “Na maioria das empresas a missão e os valores estão no papel. Aqui realmente as coisas acontecem, é só colocar o coração naquilo que faz. É um espaço de desenvolvimento pessoal. O Marco consegue entender que quando as pessoas estão realizadas, os resultados chegam. A equipe vê exemplos reais de crescimento”.
A nova unidade do Santo Grão, inaugurada recentemente no shopping Cidade Jardim, encontra-se sob o comando de mais uma ex-moradora de Santos: Andréia Stocker, 23 anos, que após fazer um teste para garçonete da loja da Oscar freire, se apaixonou pela atmosfera natural e a proposta humana do local. O aprendizado veio aos poucos, na prática do dia-a-dia, até a oportunidade para comandar mais uma casa aparecer, cerca de um ano e meio depois. “O Marco sempre olha para as pessoas que trabalham aqui e agora estou rindo à toa. Não me imagino dentro de uma salinha, de um trabalho administrativo. Tenho toda a liberdade do mundo para gerir o negócio do meu jeito e aprender com os meus erros. Me encontrei aqui”.
As oportunidades existem em todas as áreas do grupo, inclusive para quem opta para o caminho corporativo, ao invés do empreendedorismo. É o caso de Fabíola de Melo, que com apenas 25 anos, coordena o departamento de RH do grupo. Formada em hotelaria pela universidade Anhembi Morumbi, a gerente trabalhou em baladas paulistanas e no mercado musical, até chegar ao Santo Grão, de forma despretensiosa, procurando um emprego temporário. O bom-humor e a facilidade de lidar com pessoas logo abriram a oportunidade de comandar o departamento de pessoas, em um negócio onde elas próprias são o produto principal. “Sempre fui motivada, pois aqui as pessoas identificam suas necessidades. Não consigo ficar mau humorada no trabalho. A filosofia da casa, esse aspecto humano continua me atraindo todos os dias”.
Santo Grão Café – Rua Oscar Freire, 413 – Tel.: (11) 3082-9969
Santo Grão Vila Madalena – Rua Fradique Coutinho, 915 – dentro da Livraria da Vila – Vila Madalena -Tel.: (11) 3034-3164
Santo Grão Cidade Jardim – Shopping Cidade Jardim – dentro da Livraria da Vila, piso térreo – Tel.: (11) 3552-7700
