A cultura organizacional e a competitividade

Competitividade é uma “moda” que não vai passar.
Essa pode ser uma boa notícia para alguns e uma má noticia para outros, mas inevitavelmente é verdadeira.
Em vista disso só nos resta assumi-la, se possível, da melhor maneira.
Da mesma maneira que podemos relacionar a Cultura Organizacional com a “personalidade” da empresa,  podemos também fazer uma analogia da competitividade com o esporte, para melhor compreende-la e para melhor convivência.
É famosa a situação de se ter melhor desempenho quando o concorrente é forte. É como se costuma dizer no futebol: “em final de campeonato não tem favorito”!
Outra analogia interessante reforça esse ponto. Porque recordes mundiais normalmente são conseguidos em competições internacionais?
Podemos conjeturar sobre diversas razões, mas a principal é porque naquela competição estão os melhores do mundo. Há competidores com melhor retrospectiva do que eu. Como fazer nesse momento?
Sem dúvida é preciso dar o melhor que se possa, ou seja, preciso me superar. É nesse momento que conseguimos o recorde mundial! Premidos pela competitividade.
Aliás, a melhor invenção para a competitividade das empresas é… o concorrente!
Em suma: “quando o concorrente é forte a empresa é forte, competitiva, desenvolvida”. Quando o concorrente é fraco a empresa se acomoda.
E isso vale para nós, profissionais!”.
Um bom exemplo é o segmento financeiro brasileiro que é um dos mais desenvolvidos do mundo. Como se não bastasse esse ponto, decorrente de diversas e mutantes políticas econômicas e financeiras, no Brasil estão os melhores e maiores “players” mundiais.
É final de copa do mundo!
A Cultura Organizacional de empresas competitivas, portanto, é sempre permeada de grandes desafios e por isso, de grande pressão.
E aqui recaímos na questão da “percepção” da competitividade dentro da cultura organizacional. Para alguns é fator de stress, incomodo, adversidade. Mas não é na adversidade que crescemos?
Admito que possa não ser muito agradável sentir-se pressionado. Mas algo inexorável no processo de crescimento é a meta, o desafio, enfim, a pressão.
Nosso grande desafio é o de coexistir adequadamente com essa situação.
Entender a dinâmica das organizações é fator de sobrevivência e desenvolvimento, mas, acima de tudo, pode ser um fator de satisfação pessoal por se fazer parte de um “time” de primeira linha, de alcançar objetivos desafiantes e, principalmente, de saber-se competente. A auto estima é determinante nos ambientes competitivos.
Uma organização premida por valores de alta performance, participante de um segmento competitivo tem, inevitavelmente, uma Cultura Organizacional com características típicas onde a disciplina, o alcance de metas e a inovação constante são valores predominantes.
Fomentar o princípio de “agregar valor” faz sentido para ambos, organização e quadro de colaboradores.
Profissionais que experimentam essa realidade encontram uma grande “escola de desenvolvimento”.  Culturas Organizacionais competitivas nos exigem crescimento. Aproveitem essa oportunidade!

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s