No mundo contemporâneo, marcado pelas atividades em escala global, é cada vez mais comum que as organizações de diversos portes e áreas de atividades estejam presentes em vários países. Isso implica em lidar com culturas de negócios e de relacionamento pessoal bastante diferentes, o que pode ser um desafio para o profissional com responsabilidades regionais ou globais. Nessas situações o responsável pelo gerenciamento de profissionais pode a ser peça chave para o sucesso da empreitada.
“No dia a dia dos negócios, é essencial compreender como as pessoas se comportam. Gestores internacionais precisam entender quais são as diferenças culturais que existem de país para país e aprender a lidar com elas, de maneira construtiva”, diz Jaime Martins, diretor de Recursos Humanos para a América Latina da CH2M HILL, líder global em engenharia multidisciplinar, gerenciamento, construção, operações e meio ambiente. Martins gerencia cerca de mil profissionais baseados nos escritórios da empresa no Brasil, Argentina, México, Panamá e Porto Rico.
Para ele, é crucial ter flexibilidade e respeito às diferenças, além de aprender idioma local onde se vai atuar. “A aprendizagem do idioma traz consigo uma série de ensinamentos sobre a cultura, os hábitos, as tradições e o comportamento das pessoas”, diz. “Quando não for possível a aprendizagem do idioma”, completa, “pelo menos deve se fazer um esforço para aprender as palavras e saudações básicas daquela cultura”.
Um exemplo sobre as diferenças culturais nos negócios é a tomada de decisões. O diretor lembra que existem lugares com uma cultura hierárquica rígida, pela qual se espera que os líderes sejam responsáveis pela tomada de decisões, como na Índia e Chile. Em outros lugares, o processo decisório é mais consensual e se torna malvisto alguém que assume totalmente a responsabilidade pelas decisões.
Para Martins, o mais importante é entender que não podem haver comparações e generalizações na gestão internacional de talentos. “Não existe certo ou errado na maneira como cada país, povo ou grupo étnico se comporta”, diz. “As pessoas são assim e não se pode alterar a cultura, a religião e a realidade política de um país. Como gestor internacional, é fundamental entender como funcionam essas três dimensões e respeitá-las; simples assim”, reforça.
Internacional
O ensino de qualidade é um dos fatores que colocam o Canadá em uma lista importante, elaborada pelas Nações Unidas: a dos dez melhores lugares para se viver em todo o mundo. E é por causa do alto padrão de ensino que muitos jovens e executivos brasileiros têm carimbado seus passaportes para estudar no país. Na volta, além da experiência do contato com outra cultura, trazem na bagagem um diploma ou certificado cada vez mais reconhecido no mundo dos negócios e no meio acadêmico.
Em tempos de crise, a vantagem da escolha do país como destino também pode ser sentida no bolso. O Canadá conta com preços de 20% a 30% mais baixos dos que os cobrados nos Estados Unidos e nos países da Europa. Mas para que não se gaste dinheiro à toa e para que a escolha do curso seja feita de forma adequada, de acordo com o perfil e a expectativa de cada estudante, não basta procurar qualquer agência de viagens ou de intercâmbio. Tudo precisa ser planejado com cuidado e muita orientação.
Com mais de 20 escritórios em todo o mundo, o CEC – Centro de Educação Canadense é o representante oficial de mais de 300 instituições de ensino do Canadá, incluindo escolas de idiomas, colégios de nível médio, escolas técnicas com cursos profissionalizantes e universidades. Aqui no Brasil, a entidade, sem fins lucrativos, oferece gratuitamente todo o auxílio para quem deseja viajar para o país, desde uma orientação educacional até ajuda para se obter o visto canadense.
A orientação é feita através de encontros, palestras, seminários, por uma completa página na Internet, atendimentos e serviços personalizados e pela EduCanadá, Feira Oficial de Educação Canadense, que aproxima jovens, estudantes e executivos interessados em estudar no país, de representantes de várias instituições canadenses. Durante o evento, eles esclarecem todas as dúvidas do visitante e auxiliam na escolha do curso mais adequado às necessidades do aluno.
EduCanadá 2009
Promovida pelo CEC – Centro de Educação Canadense, a EduCanadá é realizada no Brasil todos os anos. O objetivo do evento é apresentar ao público interessado em estudar em um dos países que mais investem em Educação em todo o mundo, informações sobre escolas e universidades e orientar o aluno desde a escolha do melhor curso até às questões mais práticas da viagem.
Nos estandes da feira, que neste ano será realizada nos dias 12 e 13 de setembro, em São Paulo; 16, em Brasília e 19 de setembro no Recife; será possível obter informações sobre cursos de curta duração, aperfeiçoamento da língua inglesa ou francesa, high school, cursos superiores, MBA, mestrados e aulas profissionalizantes. Programas diferenciados, como Arte Digital e Design, além dos tradicionais, das áreas humanas, exatas e biológicas também marcarão presença no evento.
Neste ano, mais de 50 instituições de ensino canadenses estarão representadas na 12ª EduCanadá. Os estudantes poderão escolher cursos entre várias áreas, como gastronomia, hotelaria, turismo de aventura; marketing e suas especializações; cinema, produção de áudio e vídeo, rádio e broadcasting; engenharia, saúde e administração. A feira também é uma boa oportunidade para, em um único lugar, tirar todas as dúvidas e receber orientações sobre os procedimentos necessários antes do embarque, como visto, seguros, passagens aéreas, hospedagem, acomodação e alimentação. O evento contará também com a presença de agências de intercâmbio, BELTA, companhias aéreas, instituições financeiras, representantes do governo canadense entre outros.
Apesar das incertezas econômicas, no Brasil, o mercado de intercâmbio permanece em alta e, com a desvalorização do dólar, prevê novos recordes para 2009. A expectativa do setor é de que o Canadá se mantenha entre os destinos mais procurados pelos brasileiros. Além da qualidade do ensino e do baixo custo de vida, o dólar canadense é cerca de 30% mais barato que o americano, o que influencia a escolha dos estudantes.
São Paulo
Dias 12 e 13 de setembro
Centro de Convenções Frei Caneca (http://www.convencoesfreicaneca.com.br/)
Rua Frei Caneca 569 – Consolação – São Paulo
Horário: das 14h00 às 21h00
Brasília
Dia 16 de setembro
Centro de Convenções Brasil 21 (http://www.convencoesbrasil21.com.br/)
SHS Quadra 06, Lote 01 Conjunto A
Setor Hoteleiro Sul – Brasília – DF
Horário: das 16h00 às 21h00
Recife
Dia 19 de setembro
Recife Palace Hotel (http://www.lucsimhoteis.com.br/recifepalace/)
Av. Boa Viagem, 4070 – Boa Viagem – Recife – Pernambuco
Horário: das 14h às 21h
Entrada Franca.
Para mais informações acesse os websites:
www.studycanada.ca/brasil
http://www.educanada.com.br/
CEC BRASIL
Fundado em 1995, o CEC – Centro de Educação Canadense possui 23 escritórios, em 17 países do mundo. No Brasil, está localizado em São Paulo, desde janeiro de 1998. O CEC oferece, gratuitamente, toda a orientação necessária para quem sonha em estudar no Canadá. Com apoio do governo canadense, a organização coloca à disposição dos interessados ferramentas de pesquisa — como guias, sites, material multimídia e vídeos — além de fornecer sugestões, dados para o contato com as instituições de ensino, orientação individual, seminários e palestras sobre o sistema de educação canadense, em escolas e empresas.
SERVIÇOS
Quem pretende viajar para o Canadá e não sabe por onde começar pode contar com os vários serviços oferecidos pelo Centro de Educação Canadense. Estudantes e profissionais interessados em obter informações sobre cursos e procedimentos para a viagem podem agendar, gratuitamente, atendimento com um dos orientadores do CEC. O serviço também é oferecido pela Internet, através de um cadastro no site da entidade.
O CEC ainda auxilia o público na obtenção do visto, contratação de seguro-saúde, compra de passagens aéreas e dólar canadense e cartão telefônico internacional. No escritório também é possível encontrar guias, mapas, informativos de temperatura e conversores de moedas e o serviço de despachante consular.
- DESPACHANTE CONSULAR: Para agilizar o processo de solicitação de vistos para o Canadá e facilitar a vida do estudante, antes de embarcar, o CEC disponibiliza o serviço de Despachante Consular, que analisa e envia toda a documentação necessária para a emissão do visto, tira dúvidas sobre a obtenção da permissão de estudo e o pedido de residente temporário e exames médicos.
- IELTS: O CEC é o novo centro oficial de exames IELTS – International English Language Testing System, o teste de proficiência fundamental para admissão nas universidades canadenses. Reconhecido internacionalmente, o IELTS é indispensável para quem precisa avaliar seu nível de conhecimento da língua inglesa. Aplicado pelo CEC, o exame mede as habilidades fundamentais, como interpretação oral, textual, redação e conversação. No Brasil, cada vez mais instituições utilizam o IELTS para concessão de créditos na disciplina inglesa, ingresso em cursos de pós-graduação, processos seletivos para concessão de bolsas de estudos e financiamentos. O IELTS é também o teste exigido pelo Governo Canadense no processo de imigração.
CEC – Centro de Educação Canadense
Rua Haddock Lobo, 578 - 2º andar – conjunto 21 – São Paulo – SP
www.studycanada.ca/brazil/
Seis estudantes da América do Sul embarcaram no dia 28 de janeiro para uma experiência única em Washington, capital dos Estados Unidos. Por meio desta iniciativa da GE Foundation, fundação do conglomerado General Electric, os estudantes terão a oportunidade de estudar no Washington Center para desenvolver conhecimentos relacionados ao livre comércio das Américas e outros problemas de importância crítica para a região.
Temas como criação de empregos para ajudar no combate à pobreza e fortalecimento da governança democrática serão apresentados e debatidos por diversos especialistas como representantes da Organização dos Estados Americanos, Organização para a Saúde Pan-Americana, Agências Governamentais e Embaixadores de todos os países envolvidos.
“A intenção desta iniciativa, em parceria com o Washington Center, é fornecer experiência de aprendizado integrado, em Washington, DC, para estudantes de graduação da América do Sul e despertar o interesse para assuntos complexos como criminalidade, problemas de imigração, tráfico de drogas, desenvolvimento sustentável, política e governança, infraestrutura e o comércio entre os países das Américas”, diz Frank Mantero, diretor dos programas de cidadania corporativa da GE.
A sala de aula será composta por 24 estudantes, seis da América do Sul, seis do México, seis do Canadá e outros seis dos Estados Unidos. Entre os intercambistas da América do Sul está Yohana de Andrade, aluna do curso de Jornalismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie. O grupo também será composto por outras duas estudantes da Venezuela e três da Argentina, da Colômbia e do Chile.
Desenvolver o relacionamento do Washington Center com as Universidades da América do Sul, contribuindo para promover a diversidade cultural e aumentar o quadro de estudantes estrangeiros do centro de estudos também compõe os objetivos desta iniciativa. Atualmente, 15% dos alunos do Washington Center são estrangeiros de países como França, Gana, Índia, Rússia, Coréia do Sul, México, Itália, Canadá, entre outros.
O grupo, recrutado pelo próprio Washington Center, deve retornar ao país de origem no final de maio. Outras companhias que suportam a iniciativa são Coca-Cola, Boeing, AT&T, Motorola e Sony.
Atualmente, as empresas estão começando a aplicar uma disposição global de recursos humanos em suas operações globais, de acordo com os resultados de uma recente pesquisa divulgada pela área de outsourcing da Mercer. Os principais impulsionadores por trás da transformação operacional do RH, reveladas no mês passado na Conferência Global de Outsourcing da Mercer em Washington, DC, incluem:
• Rápido crescimento do número de empregados em mercados emergentes (muitas empresas informam ter mais de 50% de sua força de trabalho localizada fora do país ou da região em que têm sua sede corporativa)
• Aumento na mobilidade da força de trabalho global
• Exigências mais severas de governança e compliance, que variam dramaticamente por região
• Pressão por economia nos custos totais, por meio da padronização de processos e políticas
No início de 2008, a Mercer fez uma parceria com a Harvard Business Publishing (Editora de Comércio Harvard) para realizar um estudo em profundidade sobre as necessidades e expectativas das empresas multinacionais na área de terceirização de benefícios globais. A pesquisa foi embasada em longas entrevistas com quase 60 executivos seniores de RH – 70% dos quais detentores de posições globais – em sedes corporativas e escritórios regionais nos EUA, RU, Europa, Ásia e Austrália.
A pesquisa mostra, também, que mesmo quando as empresas multinacionais e seus executivos de RH assumem papéis globais, permanecem ainda fortemente entrincheirados em questões locais e regionais. Além disso, enfrentam importantes desafios comerciais, que ameaçam desacelerar seus progressos na globalização, particularmente no que diz respeito à ausência de dados centralizados sobre empregados e benefícios.
Ao mesmo tempo, os executivos de RH reconhecem que, com a ajuda de soluções de produtos terceirizados estratégicos – incluindo agregação global de dados e experiência integrada on-line com empregados – podem ter sucesso na superação de muitos desses desafios, como entregar um serviço a empregados de nível mais elevado e cumprir o novo papel global que se espera deles. “Essa pesquisa foi a primeira de sua espécie que examinou a terceirização de benefícios sob a perspectiva de um cliente global,” observou Jeff Miller, presidente do negócio de outsourcing da Mercer. “As conclusões demonstram que, para se tornar mais estratégicos em um nível global, os líderes seniores de RH precisam de melhores dados e transparência em todos os seus programas de benefícios ao redor do mundo. Claramente, isso representa uma grande oportunidade para que desenvolvamos produtos e soluções globais, que irão ajudá-los a suprir essa necessidade.”
De acordo com Alberto Mondelli, diretor-geral da Mercer no Brasil, “várias multinacionais brasileiras deram início à sua jornada voltada para uma administração global de benefícios, em geral, realizando uma auditoria de benefícios para coletar e compreender como os seus programas de benefícios funcionam em todo o mundo. O objetivo é estabelecer políticas consistentes de governança e compliance, aprimorar a eficácia dos programas em termos de custo por meio de parcerias com fornecedores e prestadores de serviços globais e regionais e, finalmente, fazer com que se tornem uma vantagem competitiva”.
As conclusões da Mercer e da Harvard Business Publishing estão descritas no documento denominado “HR’s expanding frontier: From local to global strategic partner,” (A fronteira em expansão do RH: de parceiro estratégico local a global), disponível em: www.mercer.com/HRexpandingfrontier.
O Fórum Econômico Mundial acabou de publicar o documento O Futuro das Aposentadorias e da Assistência Médica em um Mundo que Envelhece Rapidamente: Cenários até 2030. “Uma população mundial em rápido envelhecimento terá profundas implicações tanto nos países desenvolvidos quanto naqueles em desenvolvimento”, diz M. Michele Burns, Presidente e CEO da Mercer, que presidiu o Conselho Consultivo do projeto no Fórum Econômico Mundial. “A forma com que as pessoas idosas são vistas e tratadas constitui o marco de uma sociedade civilizada. A Mercer desenvolveu com o Fórum Econômico Mundial este oportuno relatório, pois uma aposentadoria segura e o acesso à assistência médica na velhice são significativas forças de coesão social. Essa, por sua vez, é essencial para a estabilidade global e econômica.”
A relação de pessoas idosas comparativamente à população economicamente ativa aumentará dramaticamente nos próximos anos, em muitas partes do mundo. Com uma força de trabalho em declínio, uma população em envelhecimento e custos com benefícios de assistência médica e aposentadoria aumentando, as empresas desempenharão um papel vital na formulação das políticas públicas e no trato dessas preocupações, acredita Burns.
Juntamente com o relatório do Fórum Econômico Mundial e influenciada pelas percepções e análises do Fórum, a Mercer publicou um relatório especial (Perspective), em que os principais especialistas da empresa se valem da experiência prática para apontar quatro áreas que são afetadas por uma população em envelhecimento.
Desenho dos planos de aposentadoria
A Mercer avalia o desenho de planos de aposentadoria sob três cenários identificados pelo Fórum Econômico Mundial:
1) Os vencedores e o resto
2) Estamos juntos nisso e
3) Você está por sua conta e risco.
À medida que as dificuldades de financiar um sistema de previdência social, tradicionalmente generoso para uma população em envelhecimento, são percebidas em muitos países, o planejamento coletivo para futuras políticas de previdência pode ajudar a criar sistemas que gerem benefícios mais eqüitativos e adequados, qualquer que seja o rumo que o mundo tome.
Planos de Benefício Definido (BD) – implicações e ações para as empresas
A Mercer observa que no cenário “Vencedores e o resto”, aqueles empregados favorecidos em países desenvolvidos contarão com boa segurança de benefícios de previdência no conceito de BD. No cenário “Estamos juntos nisso”, a segurança governamental será importante no caso de depressão nos mercados, enquanto que no cenário “Você está por sua conta e risco”, os participantes acabarão assumindo os riscos e arcando com as conseqüências. Muitos, neste último cenário, poderão ter que enfrentar o adiamento da aposentadoria. Porém, os planos BD continuarão a ter seu lugar na infra-estrutura dos futuros programas de aposentadoria, observa a Mercer, pois “Nós, humanos, gostamos de garantias.”
Planejamento da assistência médica em um mundo em envelhecimento
À medida que o mundo envelhece, é provável que o financiamento e a oferta de assistência médica se tornarão crescentemente uma responsabilidade do setor privado e que as empresas multinacionais em particular serão forçadas a desempenhar um papel amplo e potencialmente vital, aponta o relatório. Os governos, quase que universalmente, estão transferindo a responsabilidade pelo financiamento e, em alguns casos, pela oferta de assistência médica às empresas ou aos indivíduos. Se essa perspectiva de uma maior responsabilidade para as empresas se tornar uma obrigação inevitável, o setor privado terá um real motivo para tratar do problema de uma forma cuidadosa e eficaz, demonstra a análise.
Planejamento da força de trabalho considerando o envelhecimento dos empregados
Tendo em vista as tendências populacionais identificadas no Fórum Econômico Mundial, é vital que as empresas incluam uma avaliação deste efeito demográfico no planejamento de sua força de trabalho. O planejamento da força de trabalho envolve identificar e evitar potenciais problemas gerados pela falta de profissionais qualificados e gargalos em determinados níveis de carreira. A Mercer acredita que as empresas deveriam considerar diversos mecanismos para acomodar uma força de trabalho em envelhecimento, incluindo: a recontratação de aposentados nos períodos de pico, o estabelecimento de programas de bem estar direcionados a empregados maduros, a introdução de programas de aposentadoria progressiva, o desenvolvimento de talentos para acesso a posições vitais na empresa e a implementação de planos de retenção focados em “grupos de risco”.
Cenário Brasileiro
No Brasil, a Previdência Social já se encontra em uma situação bastante delicada e isso deve se agravar ao longo do tempo com o envelhecimento da população. Atualmente, o Brasil conta com praticamente 9% da sua população com 60 anos ou mais de idade e a perspectiva para os próximos 20 anos é de que esta porcentagem atinja 13%. Além disso, a expectativa de vida do brasileiro ao nascer já está em 71,3 anos (um crescimento de praticamente 14% em menos de 30 anos) e a tendência é que esta expectativa cresça 12% nos próximos 30 anos.
Como previsto mundialmente, a Previdência Social brasileira não poderá suportar este custo previdenciário crescente ao longo dos próximos anos, assim como o Sistema Único de Saúde (SUS) não poderá arcar com o custo de assistência médica sozinho.
Diante deste cenário, a Mercer entende que uma das mais eficientes formas de se atingir uma condição de vida adequada na aposentadoria é o investimento na educação e no planejamento financeiro de longo prazo, aliado a uma solução de assistência médica a aposentados, que seja do ponto de vista do cidadão e das empresas, eficaz em termos de custo e serviços.
Relatórios disponíveis do Fórum Econômico Mundial e da Mercer
O relatório do Fórum Econômico Mundial pode ser acessado em http://www.weforum.org/demographicshifts
O relatório Perspective da Mercer, que trata das implicações de uma população global em envelhecimento no desenho dos planos de aposentadoria, nos planos de benefícios definidos, no planejamento da assistência médica e no planejamento da força de trabalho considerando o envelhecimento dos empregados, pode ser acessado em www.mercer.com/WEF
