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Trabalhar em casa está mais comum no Brasil

Trabalhar em casa está cada vez mais comum no Brasil e no mundo. É o que aponta pesquisa da Robert Half com 1.876 diretores de Recursos Humanos em 16 países. De acordo com 47% dos entrevistados brasileiros, o trabalho remoto (home office) aumentou nos últimos três anos, enquanto apenas 8% observaram a diminuição e outros 37% notaram que a concessão do benefício permaneceu igual durante o período.
O Brasil é o terceiro na lista dos países onde a incidência de trabalho remoto mais aumentou. A China aparece com a líder deste ranking com 54% dos entrevistados apontando para o aumento do home office naquele país, seguido por Singapura, onde cinco em cada dez entrevistados observaram o aumento do trabalho em casa, nos últimos três anos.

TOP 10 do aumento de trabalho remoto:

1º China ………….54%
2º Singapura…….50%
3º Brasil…………..47%
4º Austrália……..45%
5º Bélgica………..44%
5º Luxemburgo..44%
5º Reino Unido…44%
8º Holanda ……..43%
9º Chile…………..42%
10% Suíça………..38%

*porcentagem se refere à quantidade de entrevistados de cada país que observaram o aumento

Empresas brasileiras optam por treinamento e cursos para atrair e reter profissionais

O mercado brasileiro aquecido tem criado dificuldades para as empresas para atrair e reter talentos. De acordo com pesquisa global da Robert Half, o principal benefício utilizado pelas organizações do Brasil para auxiliar na contratação e evitar a perda de profissionais é a oferta de treinamento e cursos subsidiados, segundo 54% dos CFOs (Chief Financial Officer) brasileiros entrevistados. O levantamento da Robert Half ouviu 2.528 CFOs de 19 países e grandes centros.
Além de treinamentos e cursos, bônus adicionais e vale-refeição são os benefícios mais importantes na atração e retenção de talentos segundo 39% e 38% dos executivos brasileiros, respectivamente. O benefício menos escolhido no Brasil — por apenas 4% dos entrevistados — é o auxílio-moradia.
Já na média global, o principal benefício oferecido são bônus adicionais de acordo com três em cada dez executivos entrevistados. Treinamentos/cursos subsidiados e planos de saúde/seguro de vida aparecem na sequência, com 27% e 24%, das escolhas dos CFOs, respectivamente. Os benefícios menos escolhidos são subsídios de academia de ginástica e programas de caridade/voluntariado. Na China, por exemplo, bônus adicionais aparecem como o principal benefício com 69% das escolhas.
Entre algumas curiosidades do levantamento está Luxemburgo, onde o benefício mais escolhido por 32% CFOs locais foi vale-refeição. No Reino Unido, o item principal para atração e retenção de talentos, segundo 43% dos entrevistados, é a contribuição de pensão. Em Dubai, representando os Emirados Árabes Unidos, 81% dos CFOs apontaram celular/laptop como a ferramenta mais eficiente para atrair e reter profissionais.

Empresas brasileiras optam por treinamento e cursos para atrair e reter profissionais

O mercado brasileiro aquecido tem criado dificuldades para as empresas atraírem e reterem talentos. De acordo com pesquisa global da Robert Half, o principal benefício utilizado pelas organizações do Brasil para auxiliar na contratação e evitar a perda de profissionais é a oferta de treinamento e cursos subsidiados, segundo 54% dos CFOs (Chief Financial Officer) brasileiros entrevistados. O levantamento da Robert Half ouviu 2.528 CFOs de 19 países e grandes centros.
Além de treinamentos e cursos, bônus adicionais e vale-refeição são os benefícios mais importantes na atração e retenção de talentos segundo 39% e 38% dos executivos brasileiros, respectivamente. O benefício menos escolhido no Brasil — por apenas 4% dos entrevistados — é o auxílio-moradia.
Já na média global, o principal benefício oferecido são bônus adicionais de acordo com três em cada dez executivos entrevistados. Treinamentos/cursos subsidiados e planos de saúde/seguro de vida aparecem na sequência, com 27% e 24%, das escolhas dos CFOs, respectivamente. Os benefícios menos escolhidos são subsídios de academia de ginástica e programas de caridade/voluntariado. Na China, por exemplo, bônus adicionais aparecem como o principal benefício com 69% das escolhas.
Entre algumas curiosidades do levantamento está Luxemburgo, onde o benefício mais escolhido por 32% CFOs locais foi vale-refeição. No Reino Unido, o item principal para atração e retenção de talentos, segundo 43% dos entrevistados, é a contribuição de pensão. Em Dubai, representando os Emirados Árabes Unidos, 81% dos CFOs apontaram celular/laptop como a ferramenta mais eficiente para atrair e reter profissionais.

Aplicativo disponibiliza vagas para executivos em smartphones

Executivos de média e alta gerência como pesquisar oportunidades de forma rápida e fácil pelos aparelhos celulares e smartphones. A Robert Half, líder mundial em recrutamento especializado, disponibiliza o aplicativo Robert Half Mobile Search, onde é possível buscar oportunidades de trabalho em 19 países, enviar vagas por e-mail e localizar os escritórios da empresa ao redor do mundo.
O download do aplicativo pode ser feito gratuitamente no http://www.roberthalf.com.br/mobileapp. Apenas no Brasil, a empresa conta atualmente com mais de 600 vagas para executivos no Brasil nas áreas de Finanças & Contabilidade, Mercado Financeiro, Vendas & Marketing, TI, Engenharia e Jurídico em oportunidades permanentes e temporárias.

90% das empresas têm profissionais com perfil de liderança

Nove em dez empresas brasileiras possuem profissionais com perfil de liderança, segundo pesquisa elaborada pela Robert Half, líder mundial em recrutamento especializado. O levantamento com cerca de 300 presidentes, superintendentes, diretores e gerentes de empresas, de médio e grande porte, em todo o país, mostra, no entanto, que apesar da identificação de perfis de liderança, 64,2% disseram que suas empresas não têm programas sistemáticos para identificar líderes.
William Monteath, diretor de operações da Robert Half no Rio de Janeiro, explica a contradição dos números. “Em geral, a maior parte dos entrevistados, apesar de enxergar profissionais com qualidades de líderes, não observa que a empresa tenha mesma percepção ou trate esses talentos de forma diferenciada”, diz.
De acordo com a pesquisa, as três principais qualidades de um bom líder são inspirar outras pessoas (com 43,4% das indicações), ter ética (42%) e ser capaz de tomar decisões (38,9%). “O verdadeiro líder é admirado pelos colegas, pois é aquele profissional que mostra o caminho sem se impor, de forma natural”, comenta Monteath. Por outro lado, a pesquisa aponta o desequilíbrio emocional (26,4%), a arrogância (19,3%) e a centralização (16,4%) como os maiores defeitos de um líder.
A pesquisa ainda revela que para 49,5% dos entrevistados o principal resultado prático de ter pessoas com qualidade de líderes na equipe é o aumento da produtividade, seguido pela retenção de talentos (25,4%). “O líder contribui para o bom clima organizacional, motiva os subordinados, além de ser o responsável por transmitir os valores da organização, consequentemente influencia tanto em resultados da equipe como na retenção dos subordinados”, aponta Monteath.
As três principais ferramentas para desenvolver as habilidades, segundo os entrevistados, são coaching (73,2%), oferecer desafios (62,2%) e integração de subordinados com os gestores (43,3%).
Para Monteath, o mercado aquecido tem gerado um efeito preocupante no Brasil. “O mercado obriga as empresas a promoverem os profissionais precocemente, sendo alçados a cargos de gestão sem ter o devido preparo”, alerta o executivo.

Retenção de pessoas é o maior desafio para as empresas brasileiras em 2012

Criar alternativas para reter funcionários será o principal desafio a ser enfrentado este ano pelos profissionais brasileiros de Recursos Humanos, aponta pesquisa da Robert Half realizada com 165 executivos de RH.  Em 2011 a perda de profissionais foi o principal problema enfrentado pela área o que justifica 47% dos entrevistados concentrarem os esforços em 2012 em programas de retenção.
Ao avaliar o desempenho em 2011, 20,3% dos entrevistados apontam que o principal problema da área de Recursos Humanos foi a perda de funcionários, seguido pela falta de participação do RH na agenda estratégica da empresa (19,5%) e política de remuneração e benefícios inadequada (18,6%). Para 20% dos entrevistados, “falta de perspectiva de crescimento na empresa” é a principal queixa dos colaboradores e “salário defasados” aparece na segunda posição com 18,4% das respostas.
De acordo com Fernando Mantovani, diretor da Robert Half no Brasil, os três grandes problemas do RH estão na contratação, retenção e qualificação dos profissionais. Ainda de acordo com o executivo, esses problemas devem permanecer os mesmos na próxima década.
A realização dos grandes eventos esportivos como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, a explosão dos setores do petróleo e de energia eólica investimentos em infraestrutura contribuem para a busca de profissionais no País. “Todos esses investimentos requerem um planejamento em longo prazo, o que deva gerar alguns anos de sufoco para os RHs”, alerta Mantovani. O aumento na oferta de empregos para profissionais qualificados faz com que muitos troquem de empregos, contribuindo ainda mais para o desafio da retenção de talentos.
Na segunda etapa da pesquisa, a Robert Half ouviu 1.400 profissionais, dos quais mais da metade aceitaria uma proposta para trabalhar numa empresa concorrente. A aceitação aumenta para 73% quando a proposta vem de uma instituição não concorrente. Falta de perspectivas de crescimento na empresa e falta de oportunidades de desenvolvimento foram as principais insatisfações declaradas pelos colaboradores em relação às práticas de RH.
Mesmo com a fuga de profissionais, mais da metade das empresas entrevistadas pretende aumentar o número de funcionários este ano.  Reputação no mercado (32,6%), produto ou marca interessante (28,4%) e cultura da organização (15,6%) foram citados como os três principais fatores de atração de candidatos. Para as empresas, segundo a pesquisa, o principal fator para segurar os profissionais para 33,5% dos entrevistados é o desenvolvimento dos talentos, seguido por aumento de salário e promoções, com 29,5% e 28% das respostas, respectivamente.

Brasil lidera expectativa de aumento de salários

Os diretores de recursos humanos brasileiros são os mais otimistas em relação ao aumento no valor dos salários de executivos para os próximos 12 meses, de acordo com uma pesquisa da Robert Half, líder mundial em recrutamento especializado, com 1.876 profissionais de RH em 17 países. No Brasil 80% dos entrevistados creem que os salários vão subir nos próximos 12 meses, o dobro da média mundial (39%).
De acordo Fernando Mantovani, diretor de operações da Robert Half, em São Paulo, o resultado da pesquisa reflete a emergência dos países em desenvolvimento na economia mundial. “Os números, especialmente do Brasil, são prova da dificuldade em se encontrar mão de obra qualificada no mercado local”, argumenta.
O levantamento mostra que a expectativa de reajustes salariais dos RHs brasileiros para o próximo ano supera a chinesa, que ficou em 74%.  A terceira posição no ranking da expectativa de aumento de salário ficou com os australianos (49%), seguidos por alemães (39%), ingleses (29%) e franceses (22%).
Para Mantovani o ritmo do crescimento de salários, que foi em média de 20% em 2011 de acordo com o Guia Salarial da Robert Half, deve desacelerar um pouco neste ano. A pesquisa mostra que quando incentivados a projetar de quanto será o reajuste nos salários de executivos no País ao longo do ano, a opção mais escolhida pelos profissionais de RH foi “mais de 10%”.
O Brasil também está otimista com relação ao aumento de bônus dos executivos no próximo. A pesquisa mostra que 55% dos entrevistados brasileiros esperam o crescimento dos bônus, ficando atrás apenas dos chineses (74%), ma bem acima da média mundial, de apenas 22%. “No Brasil, cada aumento de R$ 1 no salário mensal se transforma em quase R$ 2 por causa dos custos atrelados. Por isso as empresas estão investindo cada vez mais em estratégias de benefícios e remuneração variável”, explica Mantovani.