A Nutricash, especialista no desenvolvimento de produtos e serviços direcionados à concessão de benefícios ao trabalhador e gerenciamento de frotas, oferece para os clientes mais uma facilidade: a consulta de saldo via mobile.
A novidade traz mais comodidade aos usuários, que podem visualizar os créditos do seu cartão a qualquer hora e local, de maneira prática e rápida. “Este recurso proporciona total controle do saldo a quem usufrui dos produtos que desenvolvemos. Agora as informações estão sempre à disposição”, afirma o gerente de Desenvolvimento de Produtos e Inteligência de Mercado, Alceu Marques.
O aplicativo é totalmente gratuito e permite a consulta de créditos dos cartões pré-pagos (Nutricash Refeição Eletrônico, Nutricash Alimentação Eletrônico e MaxiFrota Combustível Eletrônico) e do Multi Benefícios Nutricash. Para instalar o aplicativo, basta selecionar uma das opções de plataforma Android — ou iPhone, de acordo com o modelo do celular.
Comprometida com o desenvolvimento individual dos seus colaboradores, a multinacional de cosméticos L’Oréal oferece para seus mais de dois mil colaboradores no Brasil, liberdade para aprimorar suas habilidades e expertises na organização.
Com o objetivo de ampliar a oferta de treinamento aos seus colaboradores, a empresa desenvolveu o My Learning, plataforma de aprendizado online que oferece mais de 60 cursos de gestão, comunicação, informática, idiomas, entre outros.
A plataforma se diferencia pela autonomia que oferece aos colaboradores para realizar os treinamentos a qualquer hora e em qualquer lugar. Basta acessar a primeira vez pela intranet da L’Oréal Brasil que o usuário passa a dispor do programa onde, quando e como quiser. Baseado no conceito de autodesenvolvimento, a plataforma possibilita que cada colaborador estabeleça o seu próprio ritmo, gerenciando seu tempo disponível. “É um novo meio para o funcionário aprender e se desenvolver no seu tempo”, explica Marco Dalpozzo, diretor de Recursos Humanos da L’Oréal Brasil.
Somente no primeiro mês do My Learning, nove colaboradores concluíram mais de três cursos e tiveram o desempenho reconhecido por Didier Tisserand, presidente da L’Oréal Brasil. A plataforma já foi acessada por 325 funcionários. Consciente de que o crescimento individual é essencial para o sucesso do negócio, a empresa investe nesta solução de aprendizado para agregar conhecimentos específicos com maior eficiência e menores custos.
Há algumas décadas, as empresas buscavam competitividade apenas oferecendo no mercado produtos de qualidade, bons preços e serviços. Hoje, isso ainda é fundamental, mas é preciso mais. Muitas já descobriram que funcionários e clientes satisfeitos geram mais lucros. Por isso, investem também em atividades que oferecem melhor qualidade de vida a seus colaboradores, criando um ambiente de trabalho saudável e produtivo.
O profissional que usufrui de benefícios em sua empresa sente-se mais valorizado e respeitado e tem rendimento maior do que aquele que passa a maior parte de seu dia em uma rotina estressante, apenas executando tarefas, sem nenhuma motivação extra.
Valorizar o trabalhador, respeitar suas necessidades e buscar o melhor de cada um são preocupações cada vez maiores das empresas, como a Nasajon Sistemas, da área de TI, fundada há 29 anos no Rio de Janeiro, que já recebeu inúmeros prêmios como uma das melhores para se trabalhar.
O processo de humanização pode ser vivenciado no cotidiano da empresa. Entre os benefícios de se trabalhar na Nasajon destaca-se a “Sala Zen”, um espaço bem decorado que é usado com frequência — mas com bom senso — por todos os funcionários para relaxar, tirar uma sesta após o almoço, aliviar uma dor de cabeça.
A Nasajon oferece também a seus funcionários serviços como costura, fisioterapia e manicure, sem contar o “Evento de Integração”, que acontece três vezes ao ano. A última ideia dos gestores foi colocar uma mesa de ping-pong à disposição, para diversão durante o tempo livre. O objetivo é encorajar e apoiar hábitos e estilos de vida que promovam a saúde e o bem-estar dos funcionários durante a vida profissional.
Segundo Carlos Ferreira, diretor de Suporte e Recursos Humanos, o grande volume de trabalho estava deixando os funcionários estressados e essa foi uma forma de ajudá-los a ‘descarregar’. “Pode parecer pouco, mas os funcionários realmente ficam mais tranquilos após jogarem um pouco. Isso é muito bom, pois precisamos deles bem para que o atendimento aos nossos clientes funcione como desejamos. Um clima agradável é benéfico para todos, pois a Nasajon entende que seu sucesso no mercado está diretamente relacionado à competência e à qualidade de vida de seus funcionários”.
A empresa oferece também um canal neutro para os funcionários expressarem qualquer tipo de dificuldade, insatisfação ou conflito no ambiente de trabalho, sem ter que enfrentar constrangimentos. Realizado por uma psicóloga, esse serviço de apoio é muito bem aceito por todos; e é no relacionamento diário entre diretores, gerentes e demais funcionários que transparece o resultado dessa cultura de respeito e colaboração.
A Nasajon também incentiva o cuidado com o corpo. Aulas de ginástica laboral são realizadas com o acompanhamento de uma fisioterapeuta. É uma das principais atividades de prevenção às Lesões por Esforços Repetitivos (LER). Além disso, os funcionários podem cuidar até mesmo das unhas durante o horário de trabalho, com manicure e pedicure que vão até a empresa.
E para integrar seus trabalhadores, a Nasajon promove periodicamente ações como o ‘Nasagente Miúda’. O projeto, que tem o intuito de levar os filhos dos colaboradores a conhecer o local de trabalho dos pais, oferece também lanche, animação e diversas atividades para a criançada. Outros eventos de integração como passeios a sítios, passeios de barco e jantares de confraternização também são comuns para incentivar o lazer dos funcionários e seus familiares.
Para quem quer conhecer suas habilidades como líder e ainda o que pode ser aprimorado a partir delas, a Korn/Ferry International disponibilizou no LinkedIn uma ferramenta gratuita e inédita para avaliar o perfil dos usuários. Intitulada ProSpective Assessment, a avaliação — que aponta o seu Top 5 Leadership Characteristics — pode ser feita por meio do link http://linkedin.kornferry.com.
O estudo tem três etapas que podem ser preenchidas pelas conexões da rede de negócios em 10 minutos. A primeira delas aborda as principais características, como honra e caráter, organização, como a pessoa reage em situações de adversidades e de crise e como inspira seus colaboradores. A fase seguinte analisa as habilidades potenciais subestimadas, inclusive que parceiros de trabalho valorizam mais do que você mesmo, a exemplo de como lida com diferentes níveis de liderança e sua capacidade de influenciar seus superiores.
A avaliação aponta também os pontos superestimados, o contrário do tópico anterior, para que o profissional consiga entender em quais setores pode melhorar o network. A penúltima parte trata das “problems areas” e dá o máximo de informações possível sobre as fontes de sucesso ou mal-vistas no mundo corporativo, como não se relacionar bem com os outros ou não estar aberto para feedbacks, demonstrar humildade e estimular boas relações no ambiente de trabalho.
Assim que a “auto-avaliação” estiver completa, os usuários podem escolher continuar a análise network. Esta ferramenta opcional possibilita aprender mais sobre como as outras conexões no LinkedIn avaliam as suas características de liderança profissional. Isto é similar à avaliação 360º que ocorre dentro das empresas, ainda que em um contexto mais casual e social. “No mundo corporativo, profissionais com atribuições gerenciais e executivas precisam estar sempre aptos e motivados para acompanhar as novidades cíclicas que acontecem rapidamente dentro das empresas”, aponta Scott Barbour, diretor sênior de Novas Tecnologias da Korn/Ferry International.
Ele destaca que, além das habilidades estratégias e operacionais, é imprescindível que a pessoa tenha ‘coragem gerencial’, que engloba saber lidar com problemas, tomar decisões difíceis. “Atualmente, há habilidades mais críticas porque são mais difíces de desenvolver. Por isso, é importante a autoavaliação. As empresas buscam contratar profissionais que se conhecem, que têm autocrítica e sabem que vão ter que focar em aprimorar habilidades que não são seus pontos fortes no perfil profissional”.
A partir da conclusão das etapas, é possível fazer o download do resultado da ProSpective Assessment, que contém ainda os insights da Korn/Ferry International sobre toda a avaliação, com indicação do que é possível ser feito para melhorar suas atitudes profissionais.
A ambição da área de Recursos Humanos de se tornar relevantes no processo decisório das empresas está irremediavelmente associada ao uso eficiente da tecnologia da informação. A crescente complexidade das empresas nos dias de hoje, especialmente no que diz respeito à gestão de pessoas, exige que as áreas de RH adotem tecnologias de informação como suporte às suas atividades.
A opinião é de Delano Lins, Presidente da Saba do Brasil, empresa que desenvolve sistemas de gestão de pessoas e tem, no Brasil, clientes da magnitude de Petrobras, Banco Itaú, Vale, entre outras grandes corporações. “Já é opinião corrente que as pessoas, de modo geral, são o principal ativo das organizações, sejam elas bancos, construtoras ou empresas de energia. Mas não é mais possível tratar essa questão de modo amador, deixando a gestão de pessoas apenas para os chefes locais ou fazendo uma gestão baseada no uso de ferramentas antiquadas como planilhas Excel, por exemplo”, alerta.
Para o executivo, as empresas perdem ótimos profissionais pelo simples fato de não reunirem informações sobre essas pessoas que possam ser acessadas no momento mais importante. “Um exemplo claro de como as empresas perdem dinheiro em processos de gestão de pessoas é visto todos os dias em todo tipo de organização, das grandes às pequenas: muitas buscam no mercado profissionais que já têm dentro de casa, mas ignoram esse fato porque não guardam as informações sobre suas equipes de modo que possam ser facilmente acessadas quando necessário”, assinala Lins.
O resultado dessa gestão precária da informação, segundo Lins, “significa mais custo à medida que a empresa precisa disputar gente no mercado e, pior, termina desestimulando o pessoal interno, que está preparado para essa nova oportunidade”.
Outro problema grave que as empresas enfrentam é a perda de talentos decorrentes de problemas de relacionamento entre subordinados e chefias. “Essa é uma das principais causas da saída de bons profissionais. De modo geral, as organizações não agem para evitar esse tipo de problema, uma vez que a área de RH entrega aos chefes locais toda a responsabilidade pela gestão de pessoas. Com o uso de um bom sistema de análise de desempenho e gestão por competências, as áreas de RH conseguem ter uma visão sobre a relevância de cada empregado que independe dos chefes locais, permitindo que o gestor de pessoas corporativo possa debater qualquer solicitação ou pedido de demissão com todas as informações sobre o desempenho daquela pessoa”, explica Lins.
A informatização dos processos de gestão de pessoas, assinala Lins, é algo que vem sendo tentado, sem muito sucesso, desde o início da implementação dos sistemas de gestão empresarial. No entanto, esses sistemas, por focarem a gestão financeira das empresas, nunca entenderam, nem entendem nos dias de hoje, que as pessoas não são um recurso como outro qualquer e demandam um processo de gestão completamente diferente daquele destinado à gestão de materiais. “Nos Estados Unidos, que sempre lideraram, mundialmente, o uso de tecnologias da informação, estamos vendo uma corrida para sistemas especializados de gestão de pessoas. Mais de 51% das 100 maiores empresas do mundo, por exemplo, já são clientes da Saba e esses indicadores só tendem a aumentar porque essas empresas já perceberam que a disputa por talentos é um fenômeno que veio para ficar e é decisivo conhecer sua força de trabalho para tomar as melhores decisões sobre gestão. E com os sistemas de gestão empresarial, orientados para a administração de recursos, é impossível compreender o que são, como trabalham e as ambições dos empregados”, conclui.
